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Deputados da região gastaram R$ 134 mil em diárias

Uma reportagem apresentada nesta manhã no ZH digital, destaca o gasto com diárias dos deputados estaduais do Rio Grande do Sul. Os deputados com representatividade na região de Santa Rosa, gastaram juntos R$134.683,71. Liderando os gastos está o deputado do PP, Ernani Pollo, que realizou 84,5 diárias, gastando R$ 40.742,63. Em segundo lugar na região com os gastos está o deputado Jferson Ferandes, PT, que utilizou de 69, gastando R$ 38.033,30. A lista segue com Aloísio Classman, PTB, realizou 78 diárias e gastou R$ 36.417,49. Zilá Breitenbach foi a deputada da região que menos gastou, realizando 37 diárias e gastando R$ 19.490,29.

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Segundo informações apresentadas, no ano passado, os deputados estaduais somaram mais de 2,7 mil diárias em deslocamentos oficiais. O gasto com o benefício chegou a R$ 1,44 milhão - cifra 30,42% maior do que o valor de 2012 R$ 1,1 milhão).

O parlamentar que mais recursos utilizou, segundo o Portal da Transparência, foi Miki Breier (PSB). Ao todo, ele recebeu R$ 47,9 mil por 81 diárias. Uma das viagens, apesar de paga em 2013, data de dezembro de 2012. As demais são do ano passado e correspondem a visitas feitas a municípios dentro e fora do Estado. Breier também esteve em Montevidéu, Buenos Aires, Córdoba e Tel Aviv.

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Os percursos são justificados, segundo Breier, pelas atividades de seu mandato. Ele é presidente da União de Parlamentares Sul-Americanos e do Mercosul e vice-presidente da União Nacional de Legisladores e Legislativos Estaduais. Além disso, coordena seis frentes parlamentares.

Entre os mais econômicos, aparecem Nelson Härter (PMDB), que gastou R$ 233,05 para ir a Rio Grande, e Mano Changes (PP), com uma conta de R$ 884,22. O valor se refere a uma viagem a Brasília feita em dezembro de 2012. Não há registros em 2013.

Uma das explicações, segundo Mano, é a conciliação entre a carreira artística e a vida parlamentar. Quando tem um show no Interior, o músico diz que costuma viajar antes para ouvir as demandas locais. Ele garante usar dinheiro do próprio bolso.

- Só em 2013, poupei R$ 380 mil em recursos aos quais teria direito. Tenho menos assessores do que poderia e não uso a verba para combustível. Faço isso para dar o exemplo. Só porque o dinheiro não é meu, não significa que tenho de gastar tudo - diz.


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